ESCOLA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
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13/7 – Felipe Nieman conta sobre seus interesses na Escola

Neto da Dona Lucy e ex-aluno fala sobre o motivo de trabalhar na empresa da familia

Por Caio Costa, 2º ano B do Ensino Médio

Felipe Tavares Nieman, 27 anos, formado em Administração de Empresas, conta como começou a trabalhar na Escola Nossa Senhora das Graças. Em entrevista, ele explica que cuidar da cantina da ENSG foi um desafio, uma vez que era uma área onde precisava de melhorias. Desde que assumiu essa responsabilidade, Felipe administra essa área fazendo um trabalho parceiro e de qualidade.

O fato de sua família ter uma Escola influenciou na sua escolha profisional? Por que seguiu essa área? Em qual universidade você se formou?

Me formei na Universidade Fecap, Fundação Álvares Penteado, em Administração de Empresas. Na verdade, minha família tem um pouquinho de influência, porque comecei a trabalhar desde cedo, e vi que esse ramo era o de que eu mais gostava, e aprendi que qualquer empresa que é bem administrada, gera lucro.

Quando seu pai se aposentar, você pensa em assumir as reponsabilidades dele na Escola? Acha importante seguir o legado?

Provavelmente sim, mas como é uma empresa familiar, não sou só eu, como filho e como neto, então provavelmente, meus irmãos e minha prima também vão ajudar, nós vamos assumir todos juntos. Acho muito importante manter esse legado, não só pela parte financeira, mas principalmente pela responsabilidade, pela família, que é muito valorizada por todos, desde os alunos, pais, avós. Também pela tradição da Escola e acima de tudo pela minha Avó, em respeito a ela, por ter feito esse patrimônio e continuarmos o que ela construiu.

Quando você cursou o Ensino Médio, sentiu uma pressão por ser neto e filhos dos donos da Escola?

Na verdade, pressão não, o que eu tinha mais era responsabilibade, porque sempre cuidei da Escola como se fosse minha casa.

Você sentia que os professores te tratavam com diferença?

Não, isso não. Não tem que ter diferença, na verdade. Sempre aprendi que tenho que tratar todos com respeito. Ser neto da D. Lucy, às vezes, pode ter mais cobrança, você tem que ser mais certo que os outros, porque você é o exemplo. Mas como sempre fui educado dessa maneira não foi difícil para mim.

Já pensou em trabalhar em outra área, fora da Escola?

Já pensei sim. Meu ramo é alimentação, pode ser cantina de escola, restaurante, e como eu me dou muito bem nisso, creio que sim. Se surgir oportunidade, porque não ir pra esse lado também?

Sua família te pressionou para trabalhar na Escola ou sempre gostou e quis trabalhar por conta própria?

Eu sempre trabalhei aqui dentro, sempre gostei e me dei bem. Não teve pressão deles não. A lanchonete surgiu porque era uma das partes da Escola que precisava melhorar, não estava muito boa, me perguntaram se eu topava. Respondi na hora: – “Com certeza, a lanchonete, Escola, o que tiver que fazer estou à disposição!”

Como você era na escola?

Nunca fui um aluno 100%, de tirar 9 e 10. Nunca peguei recuperação na Escola, mantinha a media 7, 8 e, no terceiro bimestre, sempre fechava. Nunca precisei de nota no quarto bimestre para passar de ano, mas estudava até o final. Só quando eu comecei a namorar que as notas caíram, eu me lembro que a patinha do Anglo (classificação de acordo com as notas do simulado) caiu da azul pra verde, e depois pra cinza.

Sua noiva tem alguma ligação com a Escola? Conte um pouco.

Sim, eu comecei a namorá-la no 2º ano do Ensino Médio, com 16 anos. Nos formamos e eu fui fazer Administração, e ela cursinho. Terminei a faculdade, e ela se formou em biomedicina e hoje estamos noivos.